Websites nos Açores.
Que fazem mais do que existir.
Um site é a ferramenta de vendas que trabalha enquanto dorme, desde que seja rápido, encontrável e desenhado para alguém fazer alguma coisa.
Websites que trabalham
Um site pode ser bonito e não servir para nada. Começamos por perguntar o que é que ele tem de conseguir.
Se demora a abrir, se no telemóvel obriga a fazer zoom, se não diz em cinco segundos o que a empresa faz, ou se não há forma óbvia de o contactar, acaba por ser alojamento pago a uma brochura.
Um contacto, uma reserva, uma venda, uma candidatura. Escolhida essa resposta, desenhamos para trás a partir dela: cada secção, cada botão, cada texto com uma função.
Desenhamos primeiro para telemóvel, porque é lá que está a maioria dos seus visitantes. E construímos leve, porque ninguém espera cinco segundos por uma página, muito menos com rede fraca a meio de uma estrada da ilha.
Encontrável no Google
De pouco vale um site bonito que ninguém encontra, por isso tratamos disto desde a estrutura.
Na prática é isto: estrutura de páginas que corresponde ao que as pessoas procuram, títulos e descrições escritos à mão, endereços legíveis, dados estruturados, mapa do site, imagens leves e com texto alternativo.
Também tratamos do lado novo do problema: cada vez mais gente pergunta ao ChatGPT, ao Gemini ou ao Perplexity em vez de escrever no Google. Para aparecer nessas respostas, um site tem de ser legível por máquinas: conteúdo em texto, bem estruturado, com perguntas respondidas de forma direta.
Primeiros lugares ninguém consegue prometer, porque não dependem só de quem faz o site. O que podemos garantir é um site que joga a seu favor, e isso já resolve boa parte do caminho.
Lojas online
Vender a partir dos Açores tem particularidades que nenhum tutorial cobre.
Portes para o continente e para as outras ilhas, prazos que não são os de Lisboa, regras de IVA próprias da Região, produtos com restrições de envio. São contas que têm de estar feitas antes de a loja abrir.
Montamos a loja a pensar nisso: tabelas de portes que não lhe comem a margem, expectativas de entrega comunicadas com clareza, checkout curto. É no último passo que se perdem mais vendas.
E ligamos a loja ao resto: catálogo, fotografia de produto, emails automáticos, campanhas. Uma loja precisa de trânsito e de conteúdo para vender.
Ver os nossos websitesDepois do lançamento
Lançar não é o fim do projeto, é o princípio.
Um site parado vai-se degradando: os conteúdos ficam velhos, as atualizações por fazer abrem falhas de segurança, e o Google percebe quando um domínio deixou de ter vida.
Entregamos o site com formação para poder editar o que precisa sem depender de nós. Para o resto (atualizações, cópias de segurança, monitorização, alterações maiores) pode ficar connosco em acompanhamento.
O site é seu. Domínio, alojamento, acessos e ficheiros ficam em seu nome, mesmo que um dia queira levar tudo para outro lado. Deve poder sair quando quiser.
Sites que estão a trabalhar.
Três projetos com objetivos diferentes: gerar contactos, receber reservas e vender diretamente.
O que nos perguntam sempre.
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Quanto tempo demora fazer um website?
Um site institucional simples leva normalmente entre quatro e oito semanas. Uma loja online ou um projeto com muitas páginas e conteúdo de raiz leva mais.
O prazo depende sobretudo de uma coisa: a rapidez com que chegam os conteúdos e as aprovações. A parte técnica raramente é o que atrasa.
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Que tecnologia usam?
Escolhemos em função do projeto e de quem vai gerir o site depois. WordPress quando faz sentido ter uma gestão de conteúdos autónoma e familiar; desenvolvimento à medida quando o objetivo é velocidade e um comportamento específico.
O critério é o que consegue manter com o menor custo e a menor dependência de nós.
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O meu site vai aparecer no Google?
Vai ser indexado e construído para poder subir: estrutura, velocidade, dados estruturados e conteúdo escrito para o que as pessoas realmente procuram.
Posições concretas ninguém pode garantir, porque dependem da concorrência, da idade do domínio e de fatores fora do site, como avaliações e ligações de outros sítios. Quem lhe garantir o primeiro lugar não está a ser sério.
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Quem trata do domínio e do alojamento?
Podemos tratar de tudo, mas sempre registado em nome da sua empresa. Se preferir manter o alojamento que já tem, trabalhamos com ele.
O domínio fica sempre em nome da sua empresa, de forma inequívoca.
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Posso eu próprio alterar textos e imagens?
Sim. Entregamos o site com uma sessão de formação e um guia curto para as alterações do dia-a-dia: mudar preços, publicar notícias, trocar fotografias.
Para o resto, ficamos disponíveis. A ideia é que não precise de nos ligar para corrigir uma gralha.
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Tenho um site antigo. Aproveita-se alguma coisa?
Muitas vezes sim: conteúdos, fotografias, e sobretudo o histórico do domínio, que tem valor no Google e não convém perder.
Quando refazemos um site, tratamos dos redirecionamentos das páginas antigas para as novas. É um passo que se esquece com frequência e que faz perder tráfego conquistado ao longo de anos.
Mostre-nos o site que tem.
Numa primeira conversa dizemos-lhe o que está a travar o site atual e se compensa mais arranjá-lo ou refazê-lo. Sem apresentação de vendas e sem compromisso.