Marketing digital nos Açores.
Publicar não é estratégia.
Redes sociais, anúncios e conteúdo para empresas que já perceberam que estar online não chega. Primeiro percebemos o negócio. Só depois abrimos o calendário.
Gestão de redes e campanhas
Marketing digital começa por decidir a quem vai falar, o que lhes vai dizer e por que canal. Só depois se abre o Instagram.
Se as suas redes dão trabalho todos os dias e trazem clientes quase nenhuns, o problema raramente está na frequência das publicações.
Tratamos da parte estratégica e da execução: plano editorial, textos, imagens, calendarização, campanhas pagas e a leitura dos números no fim do mês. Tudo alinhado com o que o seu negócio precisa de vender, não com o que está a dar no algoritmo.
Se já tem alguém internamente, trabalhamos com essa pessoa em vez de a substituir. Damos a estratégia, o plano e a supervisão; a execução do dia-a-dia pode ficar consigo.
Redes sociais
Um plano editorial começa numa pergunta simples: quem queremos que veja isto, e o que queremos que faça a seguir.
Sem essa resposta é difícil saber, no fim do mês, se uma publicação valeu a pena.
Definimos os temas que a sua marca vai defender, o tom com que fala e a cadência que consegue mesmo manter. Depois produzimos: textos, fotografia, vídeo curto, artes. O que sai é do seu negócio, fotografado e filmado por nós, em vez de imagens de banco.
Escolhemos os canais em função de onde estão os seus clientes. Se o Instagram não é o sítio certo para si, dizemo-lo. Fica mais barato para si e mais honesto da nossa parte.
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Investir em anúncios sem estratégia é a forma mais rápida de queimar orçamento.
E mesmo uma boa campanha acaba por falhar se a página de destino não estiver preparada para receber quem lá chega.
Antes de premir «publicar», tratamos da fundação: quem é o público, o que o move, qual é a oferta. Depois desenhamos os criativos, escrevemos os anúncios e afinamos as páginas de destino. Google Ads, Meta e LinkedIn, cada canal com a sua lógica própria.
Ficamos em cima das campanhas depois de arrancarem: ajustes ao criativo, à segmentação e ao orçamento à medida que os dados vão chegando.
O que se mede
Combinamos o que conta como resultado antes de começar: contactos, reservas, vendas, chamadas.
Alcance e gostos ajudam a perceber o que se está a passar, mas não servem para prestar contas.
Depois medimos: custo por contacto, retorno do investimento em publicidade, que conteúdos trazem gente e quais apenas ocupam espaço. Relatórios em português simples, com o que correu bem, o que correu mal e o que vamos mudar.
Se ao fim de alguns meses os números não justificarem o investimento, dizemos. Preferimos perder um serviço a manter alguém a pagar por algo que não está a resultar.
Para quem isto funciona
Vale a pena dizer também para quem é que não funciona, antes de qualquer proposta.
Costumamos funcionar bem com quem já tem produto ou serviço definido e quer que mais gente o conheça: alojamento local e hotelaria, restauração, comércio, produtores, clínicas e serviços profissionais.
Funcionamos menos bem com quem espera resultados em duas semanas, com quem anda à procura do preço mais baixo do mercado, ou com quem só quer «alguém que publique». Nesses casos dizemos que não e, sempre que conseguimos, indicamos outro caminho.
O que já pusemos a circular.
Três casos onde o trabalho de redes e campanhas teve de dar resposta a públicos muito diferentes.
O que nos perguntam sempre.
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Quanto tempo demora a ver resultados?
Depende do que se está a medir. Anúncios pagos podem trazer contactos na primeira semana. Trabalho orgânico de redes sociais leva normalmente três a seis meses até mostrar um padrão fiável.
Resultado consistente ao fim de um mês não é realista. Se alguém lho prometer, desconfie.
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Preciso de estar em todas as redes sociais?
Não. Quase nunca. Vale mais um canal bem tratado do que quatro abandonados a meio.
Escolhemos em função de onde estão os seus clientes e do que consegue sustentar ao longo do ano. Um restaurante e uma empresa de serviços B2B não têm nada que estar nos mesmos sítios.
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Faz sentido investir em anúncios num mercado tão pequeno como os Açores?
Faz, e muitas vezes melhor do que num mercado grande, porque há menos concorrência a disputar o mesmo público e o custo por clique tende a ser mais baixo.
A limitação é outra: a audiência esgota-se depressa. Obriga a renovar criativos com mais frequência do que no continente e a segmentar bem por ilha e por época do ano.
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Trabalham com empresas fora dos Açores?
Sim. Temos clientes no continente e na Madeira, e o trabalho digital faz-se a partir de qualquer sítio. O que conhecemos particularmente bem, e isso não se improvisa, é o mercado açoriano.
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Quem faz as fotografias e os vídeos das publicações?
Nós. Temos fotografia e vídeo em casa, o que significa que o conteúdo sai da mesma equipa que definiu a estratégia, e não de um banco de imagens genérico.
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Já tenho alguém interno a tratar das redes. Isto ainda serve de alguma coisa?
Serve, e é uma das formas de trabalho que mais recomendamos. Entramos na estratégia, no plano editorial e na análise dos resultados; a execução diária fica com quem já vive o negócio por dentro.
Vamos ver o que já está a funcionar.
Uma conversa inicial, sem compromisso e sem apresentação de vendas. Olhamos para as suas redes e para os seus números e dizemos-lhe honestamente o que mudaríamos primeiro.