Estratégia nos Açores.
Antes do logo, antes do post.
Pensamos o negócio antes de comunicar seja o que for. Diagnóstico, posicionamento e plano; e depois, se quiser, ficamos a acompanhar como o seu departamento de marketing.
Diagnóstico do negócio
Antes de pensar em logótipos, publicações ou websites, sentamo-nos consigo para perceber onde está e o que está a travar o caminho.
Queremos perceber para onde quer ir e o que anda a impedir esse caminho, mesmo quando a resposta não é a que estava à espera.
Analisamos o mercado, a concorrência e o modelo de negócio. Falamos com quem trabalha consigo e, sempre que possível, com quem lhe compra. Identificamos oportunidades que podem estar a passar-lhe ao lado por estar demasiado dentro do problema.
Construímos um plano à medida, não uma fórmula copiada de um manual. E dizemos-lhe o que encontrámos mesmo quando o que encontrámos é incómodo.
Posicionamento
Conseguir dizer em três frases por que é que alguém o deve escolher a si.
Posicionamento acaba por ser sobretudo um exercício de renúncia: escolher a quem se quer falar implica aceitar que não se fala a toda a gente. Costuma ser a decisão mais difícil e também a que mais retorno dá.
Ajudamos a chegar lá com clareza: qual o público, qual a promessa, o que o distingue de quem faz o mesmo, que preço isso justifica. Uma empresa que quer ser tudo para todos acaba a competir só por preço, e nesse jogo ganha sempre quem tem mais margem para perder.
Do posicionamento sai tudo o resto: o tom, a marca, os canais, o tipo de cliente que vale a pena perseguir e o que é melhor deixar ir.
Plano de comunicação
Um plano que se executa, e não uma apresentação que fica na gaveta.
Para valer alguma coisa, tem de se traduzir em ações com responsável, prazo e orçamento.
O que entregamos é um plano com prioridades, calendário e custo estimado, dimensionado para os recursos que tem de facto. Um plano de agência grande numa equipa de três pessoas acaba sempre por ficar por fazer.
E fica escrito o que vamos medir e quando vamos rever. Se ao fim de um trimestre uma decisão não estiver a funcionar, mudamos. Se estiver, reforçamos.
Departamento de marketing externo
Ter uma equipa de marketing a trabalhar para si sem a ter nos quadros.
Ficamos depois da primeira entrega. Funcionamos como o departamento de marketing de que a sua empresa precisa, sem os custos fixos de uma equipa interna.
Isso significa reuniões regulares para alinhar estratégia, relatórios trimestrais para saber o que está a funcionar (e o que não está), e um canal direto para quando precisa de resposta rápida. Conhecemos o seu negócio por dentro: os seus clientes, os seus desafios sazonais, os seus objetivos a médio prazo.
Trabalhamos como parte da sua equipa, e é por isso que aceitamos poucos clientes de cada vez.
Quando dizemos que não
Há casos em que o problema não é de comunicação, e é melhor dizê-lo logo.
Acontece com alguma frequência. Uma empresa procura-nos para melhorar a imagem quando o que tem em mãos é um problema de preço, de distribuição, de atendimento ou de produto. Comunicar melhor um problema desses costuma apenas fazer com que mais gente dê por ele.
Quando é esse o caso, dizemo-lo na primeira conversa. Às vezes o trabalho passa a ser outro; outras vezes, o mais útil que podemos fazer é indicar-lhe outro caminho e não faturar nada.
Só propomos o que acreditamos que vai resultar. A curto prazo custa-nos trabalho; a médio prazo é a única forma de durar num mercado onde toda a gente se conhece.
Onde a estratégia veio primeiro.
Três projetos que começaram por uma decisão de negócio, e só depois por uma decisão de desenho.
O que nos perguntam sempre.
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O que é, exatamente, um «departamento de marketing externo»?
É ter uma equipa de marketing a trabalhar para si de forma continuada (estratégia, execução e análise) sem a contratar para os quadros da empresa.
Na prática significa reuniões regulares, um plano em curso, alguém que conhece o histórico do seu negócio e a quem pode ligar sem ter de explicar tudo outra vez. A alternativa habitual é contratar serviços avulso a fornecedores diferentes, que não falam entre si.
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Faz sentido para uma empresa pequena?
Faz, e é precisamente aí que costuma fazer mais diferença. Uma empresa pequena não tem margem para desperdiçar orçamento em ações que não resultam.
O que ajustamos é o âmbito: uma empresa de cinco pessoas não precisa do mesmo plano de uma de cinquenta. Se o que faz sentido para si for pequeno, propomos pequeno.
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Quanto tempo demora um processo de estratégia?
Um diagnóstico e posicionamento levam habitualmente entre quatro e oito semanas, consoante a dimensão da empresa e a informação disponível.
O acompanhamento contínuo é outra coisa: é uma relação de médio prazo, e abaixo de seis meses raramente dá para avaliar bem o que resultou.
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Trabalham com quem ainda está a começar?
Sim. Nessa fase o trabalho é diferente, com mais validação e menos execução: perceber se a ideia tem mercado, dimensionar o investimento inicial, evitar gastar em marca e site antes de haver clareza sobre o que se vai vender.
É também a fase em que uma conversa honesta poupa mais dinheiro.
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O que sai deste trabalho, em concreto?
Um documento de diagnóstico com o que encontrámos, uma definição escrita de posicionamento e proposta de valor, e um plano de ações com prioridades, calendário, orçamento estimado e indicadores.
E, sobretudo, decisões tomadas. O valor não está no documento, está em ter escolhido o que fazer e o que deixar de fazer.
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Podem trabalhar com a agência ou o fornecedor que já temos?
Podemos. Em vários casos entramos só na camada estratégica e quem executa continua a ser quem já estava. Precisamos apenas que a fronteira fique clara à partida, para ninguém ficar a trabalhar contra ninguém.
A primeira conversa não se fatura.
Traga o problema como ele é, não como acha que devia soar. Saímos dessa conversa com uma leitura do que faria diferença primeiro, mesmo que a resposta seja que ainda não precisa de nós.